quinta-feira, 26 de maio de 2011

Domingo é para pedalar, caminhar...ou simplesmente atestar a barriga.


Caros seguidores,

Já aqui falámos das preparações que a associação Estrelas da Serra tem andado a fazer para o seu 3º raid BTT. Como é óbvio, resolvemos aprofundar melhor a coisa e ficámos impressionados.
A lista de inscritos está com 450 inscrições, limitadas já no domingo, para este seu evento. É bom ver que a população movimenta-se. E quando aqui nos referimos a população não podemos deixar de reparar no destaque que esta prova tem nas redondezas e não só. Verificámos na lista de inscritos que vem gente da Póvoa, do Porto, de Esposende, de Viana do Castelo, Lousada, São Félix da Marinha, por todos os concelhos das redondezas e, imagine-se, até de Trás-os-Montes e Gouveia, lá da zona da Serra da Estrela. Não terão estes amigos confundido o nome da associação “Estrelas da Serra” e inscreveram-se no Raid errado julgando ser na Serra da Estrela? Se não, é motivo para destacar, dado o interesse manifestado em quererem vir conhecer os trilhos de monte que a nossa terra oferece. E, ao que sabemos, esta gente vai suar, suar e bem, a verificar pelo gráfico de altimetria apresentado no site. Muita subida para estes atletas desgastarem o que enfardam no reforço. E se o reforço estiver à altura do que foi no ano passado, acreditamos que muitos ficarão por lá. Se calhar o melhor é limitarem o tempo de paragem nesse posto. Caso contrário, alguns só deverão sair de lá arrastados.
Para o ano temos uma sugestão: colocarem na prova um chinês afamado, quem sabe aquele que viria para o Sporting jogar. Certamente teriam charters a aterrar no aeroporto Sá Carneiro cheio de chinocas de máquina fotográfica na mão e com bicicletas iluminadas com luz Néon a abrir pelos montes fora.  O local do farnel é que teria que ser mudado para Agra ou Gandarinhas para acomodar toda a gente. E teria que evitar passar pelo canil vergonhosamente “clandestino”, é que os chinocas manjam de tudo e poderiam pensar em montar lá uma fábrica de salsichas de cachorro, pois não faltava matéria-prima.
Vai ser ver os atletas a cruzar a nossa terra em grande estilo. Sim, porque alguns é só estilo mesmo. Grandes bicicletas, equipamento cheio de carácter, mas, na realidade, a máquina que dá ao pedal é muito fraca.
Meus amigos, vimos mal o cartaz ou, na lista de apoios e patrocínios não está lá a nossa Câmara Municipal? Aquilo que soa por aí parece-se confirmar. A nossa Câmara anda de olhos vendados ou não quer dar o braço a torcer. Quer queiramos quer não, quer gostem ou não, este é um dos eventos desportivos do concelho que mais movimenta gente de todos os lados. Além de ser o único, pelo menos até agora, organizado por alguém que parece entender da coisa. É que, de acordo com as opiniões, a prova de BTT organizada pela Câmara há uns tempos atrás parece ter sido um fiasco, opinião dos entendidos.
É lamentável não haver apoio camarário para estas iniciativas. Cá para nós, no dia do evento, o senhor Castro Fernandes ainda vai fazer uma surpresa e aparecer aí com o seu fotógrafo de sombra…
Haverá ainda um sorteio que ditará quem terá direito a 3 horas de limusina. Mas como o limite é de 50Km a partir de Agrela, muitos serão os que não terão direito a receber a viatura à porta de casa. E como o jantar não está incluído, talvez seja boa ideia guardarem umas sandes de porco no espeto, do dia do Raid, e assim levam umas sandochas para matar a fome no passeio tão requintado.
Bem, resta-nos apelar a que a freguesia receba esta gente toda em grande festa mostrando que Agrela é uma grande terra!
Já agora, com tanta gente lá, e a um mês do dia de São Pedro, não haverá lá um grupinho que faça a festa ao Santo?! Pensem nisso!
E que tudo corra pelo melhor para o pessoal da organização!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Agrela na TV

Caros seguidores,

Soubemos hoje, através da SIC, que o senhor Paulo Portas esteve em Agrela numa visita no âmbito da sua campanha à Vercoope.
Terá ele vindo num dos seus submarinos via Rio Leça e estacionado o seu veículo junto à ponte? Daí teria entrada directa para a propriedade metendo-se no meio do arvoredo. Ele, que tanto fala em pescas e agricultura, poderia ter feito uma visitinha à Agra. Mas não. Nesta altura a Agra tem muito pó pelo ar e os cheiros nem sempre os mais agradáveis. O senhor preferiu, por isso, ir a um sítio onde pudesse estar com o copo na mão e regar a garganta.
Não houve grande alarido. Aliás, praticamente ninguém soube desta sua visita. Tivesse vindo o senhor Sócrates e não faltariam bombos e chincalhada com estrada cortada e tudo. Tudo à grande! Assim, acabou por ser tudo à pequeno…muito pequenino, mas o nome da nossa terra soou na tv e isso é que é importante. Agrela esteve em grande. Dando a conhecer uma das indústrias que, felizmente, continua a laborar e a espalhar o nome da nossa terra nos rótulos de muitas garrafas que vão parar à mesa de muita gente.
Vários agrelenses foram entrevistados na Vercoope, e aqui estão eles, a dar a sua opinião. Alguns nem sabem o que dizem ou queriam dizer, outros lá disseram qualquer coisa. Mas o que é certo é que têm aqui uns segundos de fama. Um dos nossos amigos teve mesmo direito a muito tempo de antena.
Vejam o vídeo, clicando no link em baixo, e assistam aos nossos amigos a falar para as câmaras.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

2ª e última parte da história

Caros seguidores,

Depois de termos publicado a nossa história, e verificando que muitas alcunhas tinham ficado de fora, aqui segue a sequência dos acontecimentos daquele grupo valente. Fica assim terminada a aventura do grupo. Quem não se recorda de como começou a aventura é melhor reler o post sobre o início desta história.


Os grandes momentos vividos por aqueles guerreiros foram premiados com uma viagem para aquele grupo. Já que o governo não se dignava a homenagear estes valentes, o conde de Resende, um homem finíssimo e requintado, que muito estimava a população daquela aldeia, disponibilizou todos os meios para que o grupo fosse desfrutar de bons momentos, num hotel de luxo numa zona protegida de África, longe da era industrial. Assim que aterraram no aeroporto Cobas de Abeca, apanharam o comboio, conduzido por um chinês, para o destino final: Camposa. Camposa era uma área de 90 hectares de zona selvagem. O maior parque natural daquela região aberto a turistas que estava sob a vigilância do capitão Gaudêncio, o seu irmão Gaudino e também um cadete estagiário.
À chegada ao hotel Lázara Dick Resort, debaixo de uma chuva intensa após três meses de seca, Zaurinha, o recepcionista, ofereceu um charuto a cada um para que pudessem relaxar. Tanto relaxou que alguns ficaram com uma morrinha que só pararam na cama.
Na manhã seguinte partiram à descoberta do parque. À falta de guia em português arranjaram um que falava espanhol. Saíram da estrada coberta por brita, onde um cantoneiro limpava as valetas, e imediatamente o jipe seguiu por uma quelha. O guia, Marico Caçanha, começou a explicar que aquela zona apresentava algum perigo devido a uma tribo, os Xandinos, que se dedicavam à bruxaria do mal. Na última semana um pastor daquela zona tinha sofrido um feitiço e começou a vomitar cubilhas, uma mistura de abóbora com rato do rio, que o tinha deixado esquelético. Todo o seu rebanho tinha morrido excepto o seu carneiro preto. Tentaram com a dona Tanisca e a dona Gapeira, duas bruxas do lado do bem, mas não resolveram a questão. Nem o bispo foi capaz de resolver aquele problema.
Todos se assustaram com as histórias macabras. No entanto, como a curiosidade era maior, pediram ao guia que os levasse a essa tribo para assistirem a um dos seus rituais de macumba. A troco de 20 escudos de gorjeta lá foram. Ficaram à distância, avistando o recinto onde decorria o ritual denominado de Tulha.
Ao som de gaitas o curandeiro, professor Maranteiro, saiu da sua tenda, erguendo um barrote. Umas cadelas que lá estavam começaram a ganir e uma galinha viva caiu para o lado desmaiada. O barrote bateu na cabeça de um membro da tribo mas a sua cabeça dura resistiu à paulada. Toda a tribo estava reunida à volta de Piconi, o seu Deus, e de uma fogueira que deu um estoiro que parecia o rebentar de bombas.  Assustados, os espreitas começaram a fugir. Pareciam a Rosa Mota! Nesse instante, um leão saiu de trás de uma árvore e um macaco, empoleirado num camocho, árvore típica da região, atirou-se para as costas dos Nastaços, uns irmãos que se metiam sempre em encrenca. Apercebendo-se de que estavam a ser observados, os tribais encetaram uma perseguição. O guia, ao ver o perigo em que estavam metidos, ligou a pedir ajuda. Num curto espaço de tempo chegou uma chaimite para os socorrer.
Té, té” –apitou com uma buzina.
- Arrumem-se!  - avisava o condutor.
Todos subiram para cima dela. Mas um membro tinha sido apanhado.
- Quem foi? – gritou o Capitão Gaudêncio
- Foi o nosso Tono.
Ficaram desesperados. Voltaram ao local e viram que nesse momento obrigavam Tono a beber um líquido nuns copos que ali estavam.
- Atira os copos! – gritou Marlene, a sua esposa, que vira latas de veneno pousadas junto da tenda. Ao correr na sua direcção um ratinho atravessou-se no caminho e Marlene caiu, ficando com uma perna preta.
Marlene era uma mulher do povo, e essa garra encheu-a de força que mais parecia o Robocop a enfrentar as balas. Tamanha guerra se montou que até azeitonas voaram, deixando o chefe da tribo pitosca. Com a chaimite a postos, embarcaram todos pelo vale de caia embarcando numa mucha, espécie de jangada dos habitantes daquela região, até à Ilha da Forquilha, o local mais seguro que ali havia.
A salvo, na ilha, todos puderam, finalmente, gozar as suas merecidas férias. Tono, que tinha ingerido apenas umas gotas de veneno, passou a estar sempre a rir. E tanto ria que o baptizaram de Senhor Contente. Foi uma aventura inesquecível que ainda hoje é recordada nessa aldeia.
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quinta-feira, 19 de maio de 2011

A desbravar mato para o 3º Raid BTT


Caros seguidores,

Dentro de cerca de uma semana realiza-se na nossa freguesia o 3º raid de BTT da associação Estrelas da Serra. Este evento, que tem levado à nossa terra centenas de pessoas, é um acto de louvar. Valorizamos o trabalho que os membros desta associação têm para que no dia tudo corra pelo melhor. E tem corrido muito bem, pois não faltam elogios às edições anteriores. E para que esta actividade seja possível, os senhores que formam esta associação, e outros elementos que os auxiliam, muito se têm dedicado nas últimas semanas, a averiguar pelas fotos que têm no seu blog.
Ficámos muitíssimo satisfeitos e até aliviados por saber que temos na freguesia quem, em última instância, possa suceder no lugar do Baixinho e Vira Latas. Estes senhores da organização equipam-se de tudo e mais alguma coisa e metem-se nos montes a desbravar terrenos. É tractores, sacholas, motosserras, máquinas de tudo e mais alguma coisa. Equipam-se como quem vai para a guerra. E o trabalho está à vista. Cá para nós, andam eles a fazer nos montes aquilo que muitos proprietários deveriam de fazer: limpá-los. A experiência que têm nesta área já é capaz de ser suficiente para darem umas formações no auditório da Junta de Freguesia de como se limpam montes, valetas, enfim, matagais. É vergonhoso o estado em que alguns terrenos e acessos se encontram. Estes proprietários deveriam de ser chamados a capítulo e ser multados.
Além de mostrarem o seu talento para limpezas florestais, mostram também habilidade na área das construções, mais precisamente de pontes. Tenham cuidado, não vá a Câmara, que tão vossa “amiga” é, vos pedir projectos, licenças de construção, inspecções e sabe-se lá o que mais possam inventar, e no dia da prova vem aqui impugnar a realização do raid por alegar falta de segurança. Grandes pontes temos visto por aí. E já agora, agradecemos a que colocaram para uso público na rua que dá para o ribeiro na zona da Laranjeira com acesso à Agra. Muitos têm por lá passado. E aponte continua firme e hirta.
No caso de no dia da prova algum elemento camarário vos quiser contestar o evento, temos uma solução. É metê-los na frente e, ao tiro de partida, mandar o pessoal avançar com toda a força por cima deles. Ou então, enfiar-lhes um espeto e pô-los a assar com o vosso porco que promete deliciar muita gente. E também não devem de faltar voluntários para o espetarem no sitio certo.
Bem, resta agora aos que ainda não se inscreveram tratarem de fazer a sua inscrição no site da associação. Se não aguenta pedalar em cima de uma bicicleta por esses montes fora, vá a caminhar que é a alternativa para os menos dados a adrenalina e esforço físico.

Este é, na actualidade, o evento realizado na freguesia que mais movimenta os “estrangeiros” dando-lhes a conhecer a nossa terra, além de celebrações religiosas. E se as pessoas voltam, é porque têm gostado. Força aí para dia 29. Mostrem que em Agrela há gente capaz e que se fazem coisas. O problema é que muitos parecem ter alergia em participar nelas!



quarta-feira, 18 de maio de 2011

A história continua...


Caros seguidores,

Recebemos satisfatoriamente os comentários que fizeram à nossa história. Como havíamos referido, na história não estavam presentes todas as alcunhas existentes na nossa freguesia. É uma missão quase impossível, mas, após mais uma recolha de várias alcunhas, temos muitas mais para inventar a 2ª parte da história. Agradecíamos que colaborassem connosco enviando-nos as alcunhas que conhecessem e que não estavam presentes na história criada. Escrevam-nas neste post, em forma de comentário.

Assim que tivermos mais algumas trataremos de dar seguimento à história que terminou com a condecoração dos nossos guerreiros.

P.S.: As alcunhas são empregues na história apenas de acordo com o seu significado no dicionário, não havendo ligação à pessoa a quem esta está associada.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Bodas de ouro de casamento:raro, mas ainda existem!


Caros seguidores,

Ontem, domingo, ao fim da manhã, ouvimos foguetes em sinal de festa. E do que se tratava? Pois bem, tratava-se da comemoração das bodas de ouro de casamento do senhor “Macindo da Lage” e da sua querida esposa. Aqui está um momento, infelizmente, pouco celebrado. E claro que os foguetes, lançados pelo nosso amigo senhor Joaquim (Casa Grande), deram sonância à festa. Este senhor tem marcado presença nas celebrações de muitas famílias da nossa terra. Há que lhe agradecer! Só um pormenor: foi impressão nossa ou vimos canas?! Mas isso não está proibido? Será que o senhor Macindo da Laje, além do armazém de bacalhau e mais não sabemos quantos produtos, também tinha um armazém de foguetes de cana e está agora a acabar com o seu stock?!
Damos desde já os nossos parabéns a este casal que, ao chegar a 50 anos de matrimónio, dá um exemplo a esta cambada nova que ao fim de dias, meses ou meia dúzia de anos está com o papel de divórcio assinado. E ultimamente temos uns casos engraçados na freguesia. Desde trocas de maridos/mulheres, até àqueles que, apanhando o marido fora da porta, a lutar pela vida, metem outro dentro da porta para o substituir.
Poucos são os casamentos que chegam a esta celebração. Uns, porque um dos cônjuges morre antes da data, outros porque, simplesmente, se fartaram um do outro, perderam o respeito, enfim…muita trapalhada pelo meio. Há no entanto agora mais um tipo de divórcio. O divórcio por amor….à carteira. Achamos que todos sabem do que falamos, mas, para os mais desatentos, passaremos a explicar. Quem é que não conhece alguém da nossa terra ou até família que se divorciou para ganhar mais uns subsídios, se livrar de dívidas, manter os seus valores e outras coisas do género, mas que continua a viver debaixo do mesmo tecto, partilhando a mesma cama? Nós conhecemos muitos. Muitos mesmo. Alguns altamente surpreendentes.
Dá jeito assinar um papel que se traduz num subsídio para a pobre mãe que passa a ter os filhos na sua asa, desfavorecida e com limitações financeiras. Com os apoios da segurança social dá até para, por exemplo, pagar a prestação de um carro novo, dar uma Play station aos filhos, um novo telemóvel… muita coisa. Para tal, basta se divorciar. Ou então para, ficando a dever milhares a um pobre inocente, arranja maneira de passar tudo para o nome da esposa, divorcia-se e depois, pobrezinho, não tem nada de valor para saldar aa sua dívida.
Este país e a nossa freguesia é exemplo disso. Isto está é para os espertos, não para quem trabalha ou vive honestamente.
Quer ter um apartamento num bairro social para viver com os seus filhos, sem pagar prestações assustadoras a um banco para ter a sua casa? Divorcie-se no papel e meta à noite o seu ex marido na cama.
Quer comprar um carro topo de gama mas o estado não lhe dá um subsídio para esta  “extrema necessidade”? Divorcie-se e faça-se de coitadinha, alegando que o seu marido não quer saber dos filhos ou fugiu. Com a ajuda que terá da Segurança Social, certamente terá um extra no final do mês.
Quer que os seus filhos tenham livros e refeições gratuitas na escola, com escalão A para poder ter uma bela casa ou passar umas belas férias? Divorcie-se, mas continue a dar espaço na cama ao seu marido.

Para aqueles que continuam a acreditar que a honestidade está acima de tudo, lutam e trabalham por um casamento sólido, …lamentamos informá-los, mas pertencem à quase minoria daqueles que se lixam na vida para dar mama aos parasitas. 

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Desistam de palpites e parvoíces. Deixem em paz quem nada tem a ver com isto

Caros seguidores,


Mais uma vez parece que o nosso anonimato está a causar problemas a pessoas que nada têm a ver com este blog. Há na freguesia uns bestas, armados em bestiais, que insistem na sua parvoíce. Têm a mania que são valentes e os maiores mas, na realidade, são uns fracos. E, para além de fracos, burros e frouxos a sua idiotice é de tal ordem que deu para fazerem ameaças na caixa de correio errada. Já pararam para pensar que, não sabendo ninguém quem nós somos, podemos até saber quem fez esta ameaça à pessoa errada? E que, por esse facto, se isso causar problemas, os podemos denunciar? Sim, porque provas do que fizeram, não faltam…. Andam a ver pouco CSI. E quem muito esperto quer parecer… deixa sempre rasto.
Continuaremos o nosso anonimato. Parece que isto incomoda a muita gente. Quer dizer, apenas causa problemas a quem não está de bem com a vida, quer-nos parecer. Agora estes senhores, que se dedicam a dar uma de Sherlock Holmes com pesquisas fraudulentas e acusações infundadas, o melhor é deixarem-se disso e ficarem no seu cantinho. Acusações falsas e intimações, é crime por lei. Já dizer a verdade, a crítica social e o humor não. São parte da liberdade de expressão concedida pelo nosso regime democrático.
Quer-nos parecer que mais rapidamente serão desvendados os senhores ridiculamente ameaçadores do que aquilo que possam imaginar. Deixem em paz quem nada tem a ver com isto. Ganhem vergonha na cara pela triste figura que fazem.
Muitos nomes se têm lançado para o ar. Como referimos, os nossos ainda não. Por que será? A nós têm chegado muitas opiniões do blog, muitas críticas positivas e negativas. E isso é óptimo. Se não gosta do que aqui se escreve e comenta, só tem uma coisa a fazer: deixa de nos consultar. Quem aprecia o nosso trabalho, continue, estaremos aqui para animar a malta!
Esta carapuça será enfiada apenas pelos imbecis, sem crédito nenhum, que andam a prestar falsos testemunhos, totalmente infundados. E podem crer que, caso haja problemas para as pessoas que não estão relacionadas com o blog, os ofensores poderão ser bastante penalizados. Temos tudo e mais alguma coisa para provar. Se calhar o melhor é falarem menos. É que somos amigos de muita, muita gente mesmo. E, ao que parece, muito nos têm confidenciado.
Gente da minha terra, deixem a parvoíce de lado, abram o vosso cérebro para entender o que escrevemos de forma humorística e deixem de se ofender por tudo e por nada. Quem tudo leva a peito não pode ser feliz nesta vida.

Como dizia o nosso saudoso Raúl Solnado: “Façam o favor de ser felizes!”
E para quem levar a vida a bem, sem cair no ridículo desnecessariamente, deixamos aqui uma musica que muita nos inspira e que retrata bem o nosso país. Uma música dos nossos queridos amigos: "Os homens da luta" - A luta é alegria